
Entregas de fertilizantes crescem, mas custos seguem pressionando o agro
O cenário reforça que gestão de custos, inteligência de compras e monitoramento de riscos continuam sendo fatores decisivos para a rentabilidade do agronegócio em 2026.

O cenário reforça que gestão de custos, inteligência de compras e monitoramento de riscos continuam sendo fatores decisivos para a rentabilidade do agronegócio em 2026.

A oferta global segue ditando o ritmo do mercado, mas uma recuperação mais consistente dependerá de mudanças no mix sucroenergético ou de eventuais riscos climáticos.

Com incentivos fiscais e foco em descarbonização, indústria automotiva lança modelo exclusivamente a etanol. Iniciativa abre caminho para uma nova geração de veículos.

Safra 2025/26 do Nordeste registra queda na moagem e na produção de açúcar, mas amplia a fabricação de etanol, que passa a liderar o mix industrial das usinas da região.

Com oferta elevada de cana e avanço do etanol de milho, o etanol hidratado atinge o menor valor desde março de 2024 e já se aproxima dos custos de produção das usinas.

Dependência externa de 85% mantém o agro exposto à geopolítica global.

O E32 poderá marcar um novo capítulo para o mercado brasileiro de combustíveis, reduzindo a dependência da gasolina importada e ampliando o espaço dos biocombustíveis na matriz energética.

Menos açúcar disponível no mundo, riscos climáticos crescendo e demanda firme. Expectativa de valorização para o segundo semestre.

Movimento pode reduzir custos de produção no agro e aliviar a pressão sobre os preços dos alimentos.

Etanol já abastece a maior parte da frota brasileira e fortalece o potencial do país na produção de SAF.