
Safra acelera, etanol ganha espaço e mercado já olha para impacto do El Niño
O segundo semestre pode trazer maior volatilidade e novas oportunidades para o setor sucroenergético.

O segundo semestre pode trazer maior volatilidade e novas oportunidades para o setor sucroenergético.

O mercado de biodiesel voltou a acelerar. O crescimento do consumo de diesel já começa a gerar sinais de déficit operacional dentro do B15 e aumenta a pressão por novos avanços regulatórios no setor.

A entrada de novos grupos internacionais mostra que o Brasil começa a consolidar posição relevante na cadeia global do SAF.

Pernambuco e o Brasil estão no centro das novas rotas da bioenergia. O movimento amplia mercados para o setor sucroenergético e reforça o papel do etanol na transição energética internacional.

Com a safra avançando em ritmo acelerado e ampliando a oferta global, o mercado voltou a enxergar pressão baixista para o açúcar.

A Câmara discute um pacote bilionário para estimular a produção nacional de fertilizantes. O projeto pode fortalecer a indústria local, mas o mercado ainda aguarda definições sobre execução prática e impactos reais nos custos do agro.

Pacote de incentivos ao etanol blindou a competitividade dos biocombustíveis frente à gasolina. O movimento fortalece o setor sucroenergético em meio à disputa global por energia renovável e transição energética.

O mercado brasileiro de biodiesel voltou a respirar. Após três meses consecutivos de déficit entre produção e demanda, abril trouxe um sinal positivo para o setor: a produção nacional conseguiu superar o consumo estimado do biocombustível.

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) abriu consulta e audiência pública para revisar a Resolução nº 946/2023, que define as regras para comercialização de etanol anidro combustível e a constituição de estoques estratégicos durante o período de menor produção da cana-de-açúcar.

Segundo Martinho Seiiti Ono, CEO da SCA Brasil, o etanol de milho vive um momento de forte expansão no país, sustentado por vantagens econômicas e estruturais. “O custo de produção do etanol de milho é entre 20% e 30% menor que o do etanol de cana, o que estimulou o surgimento de muitas novas usinas no Centro-Oeste”, afirma.