
Alckmin reforça avanço do E32 e governo acelera agenda do etanol
Em meio à volatilidade global do petróleo, o etanol ganha protagonismo estratégico na matriz energética brasileira.

Em meio à volatilidade global do petróleo, o etanol ganha protagonismo estratégico na matriz energética brasileira.

A queda dos preços fortalece o consumo do etanol justamente em um cenário de petróleo volátil e maior atenção à segurança energética.

Petróleo acima de USD 100, óleo de soja sustentado pela demanda de biocombustíveis, avanço do B15 e expectativa sobre o B16 movimentam o mercado global e brasileiro de energia renovável.

Inteligência de compra ganha papel estratégico diante da volatilidade do diesel

A recente queda nos preços do petróleo vem impactando diretamente o mercado de etanol e alterando a estratégia das usinas brasileiras.

O açúcar continua encontrando sustentação na energia.

As tensões geopolíticas na semana colocaram o petróleo novamente no centro da dinâmica global de preços, sustentando um ambiente de alta volatilidade que se transmite diretamente aos óleos vegetais. O avanço regulatório em direção ao B20 reforça expectativas de crescimento da demanda por biodiesel

Escassez de ureia expõe dependência do Brasil e pressiona custos e disputa global por fertilizantes ganha novo protagonista

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso um projeto de lei complementar que cria um mecanismo para reduzir tributos sobre combustíveis sempre que houver aumento da arrecadação provocado pela alta do petróleo no mercado internacional.

O açúcar volta a ser guiado por uma equação mais apertada entre oferta global revisada para baixo, decisão de mix das usinas e correlação com o petróleo. Para os próximos movimentos, o mercado deve continuar reagindo.