SCA Brasil participa de evento que marcou a entrega das contribuições brasileiras para ampliação do uso de biocombustíveis

Da esquerda para direita: Martinho Seiiti Ono (CEO da SCA Brasil), deputado federal Arnaldo Jardim e Alexandre Figliolino, membro do Conselho da XP Investimentos

O documento “Mapa do Caminho – Biocombustíveis: a rota mais curta” foi a grande estrela do evento realizado na noite desta segunda-feira (09/03), em São Paulo (SP), pela Coalizão Biocombustíveis no Congresso Nacional. Iniciativa do deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o documento foi entregue ao presidente da COP30, embaixador André Corrêa do Lago.

“A SCA Brasil se junta a todas as entidades de classe do setor de biocombustíveis, parabenizando-as pelo trabalho que vem realizando e pelo legado que deixará ao Brasil com tantas iniciativas aprovadas e implementadas em prol do mercado”, assinala o CEO da SCA Brasil, Martinho Seiiti Ono, que esteve presente no evento.

O documento reúne contribuições de entidades, pesquisadores e especialistas, com o objetivo de estruturar uma agenda integrada para ampliar o uso dos biocombustíveis na jornada da transição energética e impulsionar a inovação tecnológica no setor.

Trata-se da resposta brasileira ao chamado anunciado por Corrêa do Lago em recente seminário na Câmara dos Deputados, para que todos os países e entidades inscritos na Convenção do Clima enviem sugestões, que serão consolidadas até a COP31, organizada por Turquia e Austrália.

Na oportunidade, o embaixador admitiu a dificuldade de consenso, mas aposta na implementação de pontos já acertados no documento “Transição para Longe dos Combustíveis Fósseis de Forma Justa, Equitativa e Equilibrada”, aprovado na COP28.

“Há países que são produtores de petróleo, há países que são consumidores, tem países que dependem em 90% de petróleo no seu comércio, há países que não dependem de petróleo ou de carvão ou de gás. Ou seja, cada país vai ter caminhos diferentes e nós vamos procurar preparar esse mapa do caminho com muitas discussões técnicas”, afirmou.

“Essa ideia dos combustíveis sustentáveis é um dos esforços que esse governo mais conseguiu avançar nos últimos anos, porque nós trabalhamos muito com isso no G20. Isso inclui, evidentemente, os nossos biocombustíveis, o hidrogênio, etc. E, com a ajuda da Agência Internacional de Energia, nós vamos manter o monitoramento dessa multiplicação por quatro dos combustíveis sustentáveis até 2035.”