
Governo libera R$ 1,4 bilhão para enfrentar impactos do El Niño
Plano reforça estoques, combate incêndios e prepara resposta climática

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Etanol, energia e restrições na Índia limitam novas quedas nas bolsas.

Oferta confortável pressiona preços, enquanto El Niño sustenta volatilidade.

A combinação entre clima adverso e custos elevados de produção preocupa o mercado global.

Etanol no Brasil e monções fracas sustentam preços globais.

Açúcar avança nas bolsas internacionais com déficit de chuvas na Índia, menor produção no Brasil e maior destinação de cana para etanol.

Calor na Europa e risco do El Niño impulsionam cotações globais.

Preços do açúcar fecharam sem direção única, com suporte da menor oferta global e das chuvas abaixo da média na Índia. Mercado acompanha safra brasileira, etanol e El Niño.

Além das questões envolvendo as monções indianas, o mercado segue monitorando os impactos do El Niño sobre as principais regiões produtoras de açúcar do mundo.

O segundo semestre tende a ser marcado por maior volatilidade, com o clima ganhando protagonismo na formação dos preços globais.