
Açúcar ensaia recuperação, mas excesso de oferta e pressão dos fundos travam alta
O mercado internacional de açúcar apresentou reação moderada na Bolsa de Nova York, com o contrato para maio de 2026 fechando a 13,92 centavos de dólar por libra-peso

O mercado internacional de açúcar apresentou reação moderada na Bolsa de Nova York, com o contrato para maio de 2026 fechando a 13,92 centavos de dólar por libra-peso

Os preços do açúcar registraram leve oscilação nas bolsas internacionais nesta quinta-feira (23), após fechamento mais positivo na sessão anterior. O mercado segue atento principalmente às variações do petróleo e ao cenário global de oferta.

El Niño, pode impactar diretamente três dos principais polos produtores globais. Veja

Açúcar e etanol fecham a semana em baixa com avanço da safra com a expectativa de superávit global na temporada 2025/26.

O açúcar volta a ser guiado por uma equação mais apertada entre oferta global revisada para baixo, decisão de mix das usinas e correlação com o petróleo. Para os próximos movimentos, o mercado deve continuar reagindo.

O mercado de açúcar entrou em forte pressão e atingiu o menor nível em cinco anos na bolsa de Nova York, acumulando a terceira semana consecutiva de perdas.

O açúcar reagiu, mas não por fundamento próprio — e sim pelo efeito indireto do petróleo. Se a energia sustentar a alta, o etanol ganha espaço e pode reequilibrar o mercado do adoçante nas próximas semanas.

A UNICA e a Orplana fecharam a revisão do modelo do Consecana SP — e o impacto é direto no caixa do produtor. Veja o que muda para o produtor e as novas regras

O mercado internacional de açúcar entra em zona de pressão, com preços próximos das mínimas recentes e sinais claros de desequilíbrio entre oferta e demanda. Veja mais

Os contratos futuros do açúcar bruto fecharam em queda na ICE, mesmo com a alta do petróleo acima de US$ 100 por barril após o fracasso das negociações entre Estados Unidos e Irã