
Congresso reage para evitar perda de competitividade do etanol
A reação da bancada ruralista busca evitar que o subsídio à gasolina reduza a competitividade do etanol.

A reação da bancada ruralista busca evitar que o subsídio à gasolina reduza a competitividade do etanol.

Com risco de aperto internacional na oferta e aumento da volatilidade logística, o produtor brasileiro antecipou compras para proteger custos e garantir abastecimento da próxima safra.

O B25 entrou oficialmente na fase de testes, mas o mercado ainda terá de esperar pela validação técnica antes de novos aumentos obrigatórios na mistura. Enquanto isso, o setor segue pressionando para destravar o B16.

Mesmo com menor moagem e desafios climáticos, o setor segue priorizando etanol diante da volatilidade global do açúcar e das mudanças no mercado internacional de energia e biocombustíveis.

O açúcar continua refém da energia. Se o petróleo perde força, o etanol perde competitividade — e o mercado rapidamente aumenta as apostas de mais açúcar vindo das usinas brasileiras

O açúcar segue volátil e conectado ao mercado de energia. No curto prazo, o petróleo, o etanol brasileiro e o clima na Ásia devem continuar sendo os principais direcionadores das cotações globais.

A palma aparece como alternativa relevante. Porém, nos combustíveis avançados, a disputa tecnológica e de escala industrial tende a ser mais intensa nos próximos anos.

Fertilizante deixou de ser apenas insumo agrícola e passou a ser questão de segurança econômica, produtiva e alimentar para o Brasil

O mercado de açúcar entra em uma fase de maior volatilidade.

Mesmo com a recente volatilidade do petróleo internacional, o etanol continua ganhando espaço competitivo no Brasil.