
Brasil mira autossuficiência em fertilizantes
O avanço das fábricas de nitrogenados e o interesse em potássio recolocam a estatal no centro da estratégia do agro e da segurança alimentar nacional.

O avanço das fábricas de nitrogenados e o interesse em potássio recolocam a estatal no centro da estratégia do agro e da segurança alimentar nacional.

A volatilidade do petróleo voltou a mostrar como energia e açúcar estão cada vez mais conectados. O mercado monitora como as usinas brasileiras irão ajustar o mix entre açúcar e etanol diante do novo cenário.

Diesel e gasolina continuam acumulando altas relevantes em 2026 sob influência das tensões globais no setor de energia.

O movimento tenta aliviar os impactos da guerra no petróleo, mas mantém o mercado atento à volatilidade global da energia.

O segundo semestre pode trazer maior volatilidade e novas oportunidades para o setor sucroenergético.

O mercado de biodiesel voltou a acelerar. O crescimento do consumo de diesel já começa a gerar sinais de déficit operacional dentro do B15 e aumenta a pressão por novos avanços regulatórios no setor.

A entrada de novos grupos internacionais mostra que o Brasil começa a consolidar posição relevante na cadeia global do SAF.

Pernambuco e o Brasil estão no centro das novas rotas da bioenergia. O movimento amplia mercados para o setor sucroenergético e reforça o papel do etanol na transição energética internacional.

Com a safra avançando em ritmo acelerado e ampliando a oferta global, o mercado voltou a enxergar pressão baixista para o açúcar.

A Câmara discute um pacote bilionário para estimular a produção nacional de fertilizantes. O projeto pode fortalecer a indústria local, mas o mercado ainda aguarda definições sobre execução prática e impactos reais nos custos do agro.