
Safra pressiona açúcar
Com a safra avançando em ritmo acelerado e ampliando a oferta global, o mercado voltou a enxergar pressão baixista para o açúcar.

Com a safra avançando em ritmo acelerado e ampliando a oferta global, o mercado voltou a enxergar pressão baixista para o açúcar.

O mercado paulista de spot de açúcar cristal manteve ritmo lento na última semana, com compradores retraídos e aguardando novas quedas nos preços, segundo levantamento do Cepea. Apesar da expectativa de ampla oferta ao longo da safra, analistas apontam fatores que podem limitar a disponibilidade do açúcar no curto prazo.

Mesmo com uma safra robusta projetada, o Centro-Sul inicia o ciclo em um ambiente mais desafiador. O petróleo e o etanol devem ganhar peso nas decisões das usinas, enquanto clima e custos seguem como principais fatores de risco para o produtor.

Mesmo com menor moagem e desafios climáticos, o setor segue priorizando etanol diante da volatilidade global do açúcar e das mudanças no mercado internacional de energia e biocombustíveis.

O açúcar continua refém da energia. Se o petróleo perde força, o etanol perde competitividade — e o mercado rapidamente aumenta as apostas de mais açúcar vindo das usinas brasileiras

O açúcar segue volátil e conectado ao mercado de energia. No curto prazo, o petróleo, o etanol brasileiro e o clima na Ásia devem continuar sendo os principais direcionadores das cotações globais.

O mercado de açúcar entra em uma fase de maior volatilidade.

Cenário reforça que o mercado segue altamente sensível e decisões podem alterar os preços globais. Brasil ganha relevância no abastecimento mundial

Setor segue atento porque pequenas mudanças no Brasil têm forte impacto global

A recente queda nos preços do petróleo vem impactando diretamente o mercado de etanol e alterando a estratégia das usinas brasileiras.