
Petróleo derruba açúcar e mercado volta a olhar o etanol
O açúcar continua refém da energia. Se o petróleo perde força, o etanol perde competitividade — e o mercado rapidamente aumenta as apostas de mais açúcar vindo das usinas brasileiras

O açúcar continua refém da energia. Se o petróleo perde força, o etanol perde competitividade — e o mercado rapidamente aumenta as apostas de mais açúcar vindo das usinas brasileiras

O açúcar segue volátil e conectado ao mercado de energia. No curto prazo, o petróleo, o etanol brasileiro e o clima na Ásia devem continuar sendo os principais direcionadores das cotações globais.

A palma aparece como alternativa relevante. Porém, nos combustíveis avançados, a disputa tecnológica e de escala industrial tende a ser mais intensa nos próximos anos.

Fertilizante deixou de ser apenas insumo agrícola e passou a ser questão de segurança econômica, produtiva e alimentar para o Brasil

O mercado de açúcar entra em uma fase de maior volatilidade.

Mesmo com a recente volatilidade do petróleo internacional, o etanol continua ganhando espaço competitivo no Brasil.

A ANP abriu caminho para uma mudança importante no mercado de etanol anidro no Brasil. A agência aprovou a realização de consulta pública para revisar

O presidente da SCA Brasil, Martinho Seiiti Ono, afirmou em entrevista ao podcast Agro e Prosa que a ampliação da mistura obrigatória de etanol anidro

Petróleo elevado mantém suporte estrutural aos biocombustíveis, demanda energética continua puxando o óleo de soja e a volatilidade geopolítica segue como principal variável de risco.

SCA Brasil celebra 26 anos de atuação no mercado de energia e biocombustíveis, conectando inteligência de mercado, etanol, biodiesel e soluções estratégicas para empresas do setor.