
Fertilizante feito de resíduos pode cortar dependência externa
O futuro do fertilizante pode vir de dentro da própria fazenda — e não mais do mercado externo.

O futuro do fertilizante pode vir de dentro da própria fazenda — e não mais do mercado externo.

O mercado está cada vez mais interligado — energia, etanol e açúcar caminham juntos. E, neste momento, quem dita o ritmo é o combustível, não o alimento.

A combinação de preços mais baixos tanto do etanol quanto do açúcar acende um alerta sobre o desempenho da safra 2026/27 no Centro-Sul do país.

O mercado global de energia segue pressionado pela escalada no Oriente Médio e restrições no Estreito de Ormuz, mantendo o petróleo em patamares elevados e sustentando um ambiente de risco para a oferta. Esse cenário fortalece os biocombustíveis.

Proposta em análise deve ampliar consumo, absorver oferta crescente e reforçar a competitividade do biocombustível no Brasil

Decreto fortalece produção nacional, cria regras de mistura e amplia previsibilidade para o setor sucroenergético

Alta na Bolsa de Nova York reflete projeção de déficit global, enquanto Companhia Nacional de Abastecimento aponta queda na produção de açúcar e aumento do etanol na safra 2026/27

Governo eleva mistura de biodiesel no diesel e etanol na gasolina, enquanto testes técnicos do Ministério de Minas e Energia avançam em meio à pressão do setor e à volatilidade do petróleo

A reativação da unidade de fertilizantes no Paraná pela Petrobras recoloca o Brasil em um movimento estratégico relevante: reduzir a vulnerabilidade externa em um dos insumos mais críticos para o agronegócio

A elevação da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina para 32% (E32) representa um avanço estratégico para o Brasil, com impactos diretos na demanda por biocombustíveis, na segurança energética e no compromisso com a descarbonização