
Foto: Brendan Smialowski
O comentarista econômico do jornal Estadão Celso Ming repercute o recente tarifaço dos Estados Unidos (EUA), focado principalmente em China, União Europeia, Japão, Coreia do Sul, Taiwan e Vietnã. Na análise, Ming destaca que os anúncios trouxeram algo como um alívio para o Brasil, que enfrentará uma tarifa média de 10% sobre suas exportações – a mais baixa entre os países afetados.
Apesar das incertezas sobre o impacto imediato e a aplicação variável das tarifas, o movimento de Trump visa atrair investimentos para os EUA e reviver sua indústria, com receitas projetadas entre US$ 600 bilhões e US$ 1 trilhão anualmente.
O Brasil, com apoio do Congresso, deve reagir com cautela. O ex-embaixador Rubens Barbosa sugere que o país evite confrontos diretos com os EUA, aguardando oportunidades para se beneficiar do cenário. Este contexto pode abrir novos mercados para o Brasil, especialmente em commodities, e facilitar acordos com países afetados, como a União Europeia e o Japão.
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